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| Foto da Agência Reuters postada no site G1
O segundo debate entre os candidatos à Presidência dos EUA, Hillary Clinton e Donald Trump, tornou claras as diferenças entre o pensamento 'politicamente correto', dominante na grande mídia e que está visivelmente sendo implantado nas escolas, nas igrejas, e em todos os meios culturais a ponto de se tornar quase mundialmente hegemônico, e o antigo senso comum humano, transmitido de geração em geração há milênios, que tem sido alvo de sofisticados ataques disferidos com as armas da Comunicação Social.
O site G1 trouxe um bom resumo dos posicionamentos dos concorrentes, representantes de dois antagônicos pontos de vista em relação às grandes questões que hoje vivemos neste pequenino planeta chamado Terra.
O que tomou grande contorno de relevância foi o fato de, um dia antes dele, a campanha de Hillary ter publicado um vídeo, feito em 2005, no qual Trump se refere a mulheres em termos pejorativos, numa roda de conversas masculinas.
A repercussão foi imediata e violenta, os marqueteiros de Hillary, ajudados pelos gigantes das comunicações se apressaram em alardear que Trump não tem disciplina para exercer o cargo de Presidente perante ao que o vídeo mostra, “ele rebaixou as mulheres”.
A reação de Trump foi previsível para os que ainda raciocinam segundo a lógica: ele passou o domingo entrevistando mulheres que acusam Bill Clinton de as ter estuprado; e também as fez ocupar os primeiros lugares na platéia que assistia ao debate.
Com tal atitude ele expunha um link que grandes jornalistas faziam questão de não estabelecer: uma coisa é falar, outra, bem diferente, é praticar. Trump falou mal das mulheres, o marido de Hillary, o possível “primeiro cavalheiro”(rsrs…) dos EUA, havia, segundo o depoimento de tais mulheres, chegado às vias de fato de maneira violenta. Tudo isso, sem nem ao menos mencionar a conhecida estagiária Mônica Lewinsky. Nos termos apresentados por Hillary, quem causaria mais danos ao universo feminino: quem fala ou quem pratica?
A diferença mais significativa entre os posicionamentos do 'politicamente correto' e o velho, e bem testado, raciocínio lógico humano vinda do debate, fica na questão feminina, quando se vê importância em determinar qual dos candidatos mostra ser mais danoso para a dignidade da mulher: o truculento Trump que se comporta como rústico espécime da raça humana, ainda que apenas verbalmente, ou a Sra. Clinton, que aceitou engolir a própria dignidade ao aceitar passivamente as humilhações impostas pelo marido visando ocupar o poderoso cargo, o qual, caso o consiga, certamente dividirá com o próprio agente de sua humilhação?
Giselle Neves Moreira de Aguiar
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segunda-feira, 10 de outubro de 2016
Politicamente correto X milenar senso comum humano
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
Eleições e pesquisas
Os que acompanham as notícias de política sabem que não existem pesquisas confiáveis. Basta lembrar quantas pessoas estavam na Avenida Paulista na manifestação de 15 março de 2015. Enquanto se observava a multidão pela TV, e a Policia Militar dizia ter ali cerca de um milhão de pessoas, o famoso Instituto Datafolha afirmava que haviam apenas 210 mil. Tal fato, entre muitos, nos leva a duvidar de resultados de pesquisas…
Na última eleição para prefeito de Sorocaba soube-se que o resultado de uma pesquisa eleitoral só pôde ser publicada no último instante devido a barreiras que só puderam ser transpostas apelando a altas instâncias do Poder Judiciário. Um tanto estranho, uma vez que os eleitores têm o direito a toda informação dada por pessoas físicas ou jurídicas que possam se estabelecer.
As pesquisas publicadas neste ano também dão margem para leituras preocupantes, entre as quais a de que um grupo de poderosos possa determinar que um candidato deva ser eleito prefeito. Para alcançar seu objetivo manipula pesquisas, de maneira que produzam resultados que lhe sejam favoráveis.
Bem próximo à data do pleito uma pesquisa publicada mostra o escolhido com votos quase o suficiente para para ganhar no primeiro turno, ao mesmo tempo em que no segundo lugar aparece um candidato que incorpora as ideias totalmente antagônicas ao candidato "escolhido".Tal artimanha induziria o eleitor a votar no candidato pretendido para se ver livre daquele cujo partido defende ideias que a maioria das pessoas considera nefastas.
Bem próximo à data do pleito uma pesquisa publicada mostra o escolhido com votos quase o suficiente para para ganhar no primeiro turno, ao mesmo tempo em que no segundo lugar aparece um candidato que incorpora as ideias totalmente antagônicas ao candidato "escolhido".Tal artimanha induziria o eleitor a votar no candidato pretendido para se ver livre daquele cujo partido defende ideias que a maioria das pessoas considera nefastas.
Por ser possível tal consideração, é grandemente necessário que várias pesquisas sejam publicadas, por diversas instituições isentas, para que não paire sobre a cidade a dúvida de que sua população possa estar sendo vítima de um terrível ardil, que seria próprio de quem acredita que o povo seja apenas uma reles massa de manobras.
Caso fosse(seja) verdade, e isso viesse(venha) a acontecer, o povo estaria elegendo seus verdadeiros inimigos, como devem ser considerados todos os enganadores. E tal fato aconteceria com grande ajuda da "imprensa" que insiste em boicotar outro forte candidato, notoriamente bom de voto, que pode surpreender a todos nas urnas….
Giselle Neves Moreira de Aguiar
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
A globalização e o filme Cidade do Silêncio
Trabalho apresentado na Universidade, para a disciplina
"Teorias da Comunicação" em março de 2010
O que mais importa nos filmes baseados em fatos reais
é sua irrealidade.” – Inácio Araujo, crítico de cinema da Folha
de São Paulo.
A professora disse que fizéssemos uma análise do filme exibido
na última aula, com pareceres próprios e focando o aspecto
“globalização”.Coincidentemente, no dia seguinte à seção do filme, vejo
na “Folha de São Paulo” alguém, de verdadeira valia como
profissional da área, endossar o meu humilde parecer.
Desagrada-me figurar como petulante ao expor meu
pensamento, mas o adjetivo de petulante me é menos
dolorido do que o de omissa ou dissimulada, portanto devo
expor honestamente o meu parecer a respeito do filme:
Cidade do silêncio, dirigido por Gregory Nava, em 2007.
A frase de Inácio Araujo: “o que importa nos filmes baseados
em fatos reais é sua irrealidade” traduziu exatamente o que
apreendi assistindo à exibição do filme.Trata-se na verdade
de um filme que deseja mostrar o que é a globalização, cujo
termo pode ser abordado por diferentes aspectos semânticos.
Pode ser uma expressão muito bem escolhida ao se referir ao
fato dos habitantes do planeta Terra tomarem consciência de que
moramos todos num minúsculo planeta situado “no quadrante α
(alfa)” do Universo, cuja unidade acaba de ser contestada por
astrofísicos modernos, e sermos, portanto, todos vizinhos.
Esta visão induz o ser humano a se preocupar com a evolução, e a
observar que neste minúsculo planeta, no qual se pode ir de
qualquer ponto a outro em horas, existem pessoas nos mais
variados estágios de evolução, todas ávidas de dar vazão à
necessidade natural de evoluir. Cada uma e cada povo no seu
ritmo. Essa ideia considera que povos de diferentes culturas são
mais ou menos evoluídos em quesitos diferentes, o que impede
de algum querer se prevalecer sobre outro. Ao longo da
história temos relatos de guerras homéricas, entre elas a
segunda guerra mundial na qual a teoria da supremacia do
povo ariano pretendida por Hitler foi totalmente demolida.
O atual estágio da ciência impede qualquer base de comparação
entre etnias. Em todas elas existem seres humanos das mais
variadas características. Nossos ancestrais, de todas as etnias, eram movidos
pelo desejo de comerciar, descobrir novas terras, novos produtos;
vender os produtos que produziam para quem não os tinham e
comprar “tesouros” produzidos por povos diferentes. Por tal
objetivo se arriscavam no mar em viagens heroicas, porque sua
grandeza era somente em coragem ignorância, uma vez
que a segurança e os conhecimentos de que dispunham eram
praticamente nulos. Assim acontecia a evolução do humanoide
repleto do instinto animalesco que impele ao domínio do espaço
e de toda situação.
O comércio é o pai da civilização. Diante de um povo desconhecido,
possuidor de coisas cobiçadas, o mercador se retrai numa
posição de respeito e consideração pelo outro, motivada pela
ganância. Imagino que tenha sido assim o início da diplomacia
internacional. Por isso o tempo de hoje seria o paraíso dos mercadores que
deram origem ao mundo que agora temos, no qual se pode
comerciar (descobrir coisas novas, crescer em conhecimentos,
expandir a vida) sem precisar sair de casa. Graças à
tecnologia e a indústria que evoluem a cada hora, porque
existe um numero cada vez maior de desejosos dos
aparelhos que conectam as pessoas entre si e faz o mundo
parecer pequeno.
A indústria, o comércio, o livre mercado internacional e
os meios de comunicação jamais poderão ser maléficos à
raça humana. Muitíssimo pelo contrário, eles são os
veículos de intercambio que quanto mais usados forem,
mais semelhantes tornam seus usuários.
Considerar as mazelas do mundo um efeito da existência
do livre comércio, da evolução tecnológica, e dos meios
de comunicação seria uma atitude similar a de culpar
à medicina pelos erros dos médicos.
Outra maneira de considerar o termo globalização é a
adota pelos que se consideram sociólogos, mas estudam
a sociedade somente pelo prisma do marxismo emoldurado
pelas ideias da Escola de Frankfurt.Esses sim, demonstram
pretender globalizar a maneira de ver e pensar o mundo segundo
a sua ótica, que, considerando o que me tem sido apresentado até
agora, consiste única e exclusivamente em denegrir
a imagem dos que produzem riquezas; tanto a dos
patrões, que qualificam como cruéis exploradores
do trabalho alheio, como a dos empregados que consideram
coitados, idiotas, imbecis que se submetem a trabalhar para
outra pessoa.
Segundo as ideias que propagam apenas eles, os sociólogos,
antropólogos e similares detêm o saber do que seja bom
para os seres humanos. São grandes produtores de cizânia,
entre povos, patrões, empregados. Agem de tal maneira
que, onde florescem, nenhuma alegria se manifesta.
Para eles o trabalho humano - considerado por muitos
como o grande instrumento para a evolução da espécie
em todos os aspectos - é visto apenas como um castigo
imposto. Executam um tipo diferente de trabalho,
uma engenharia mental desenvolvida por Antônio Gramsci
para fazer dos meios culturais fábricas de militantes políticos,
escravos mentais de sua ideologia.
Devido ao baixo conceito que fazem das pessoas, usam de
artifícios como este filme, Cidade do Silêncio, para induzi-las
a culpar o livre comércio por todos os horrores do mundo, tais
como o estupro e morte de mulheres no México.
Ainda que a arte possa usar de licença poética, podem ser
respondidas como “forçação de barra” as seguintes perguntas
feitas a partir da premissa apresentada no filme:
A polícia dizia que 375 mulheres foram estupradas e mortas,
mas que na realidade foram cerca de 5000, e que os estupradores
e assassinos eram um figurão e um motorista de ônibus.
- Seriam esses dois criminosos superdotados, capazes de matar
5000 mulheres de tal maneira?
- O depósito de cadáveres percorrido pela heroína do filme não
causaria um cheiro insuportável que logo fosse descoberto?
- Se as fábricas não existissem os criminosos não atuariam?
- Seria o livre comércio e os acordos comerciais entre povos responsáveis
pelos estupros e assassinatos, como está na mensagem subliminar
transmitida pelo filme?
- As pessoas são todas boas, o que representa o mal é o “trabalho escravo”
a que são submetidas?
- Não seria a mesma leitura que os indígenas faziam do demônio, a que
o diretor do filme faz dos ianques?
- Ou, o demônio, ridicularizado no filme, teria transferido seus poderes
e sentimentos aos capitalistas exploradores?
- Como devem ser catalogados filmes ou atitudes em que se
foca um acontecimento, visando na verdade chamar a atenção
para outro assunto e induzir as pessoas ao erro de tirar
conclusões baseadas em falácias?
Continuando nesse raciocínio, como nos colocaríamos diante dos
seguintes termos:
- usar este tipo de subterfúgio: mensagem subliminar;
oferecer aos jovens somente uma visão de mundo, como se
fosse a única, fazer das aulas uma catequese ideológica, não seria
considerado violência?
-Não seria transformar as Universidades em fábricas de produção
em massa de escravos mentais a serviço da ideologia, produzindo
profissionais subalternos às ideias da figura ícone de plantão?
giselle neves moreira de aguiar
O que mais importa nos filmes baseados em fatos reais
é sua irrealidade.” – Inácio Araujo, crítico de cinema da Folha
de São Paulo.
A professora disse que fizéssemos uma análise do filme exibido
na última aula, com pareceres próprios e focando o aspecto
“globalização”.Coincidentemente, no dia seguinte à seção do filme, vejo
na “Folha de São Paulo” alguém, de verdadeira valia como
profissional da área, endossar o meu humilde parecer.
Desagrada-me figurar como petulante ao expor meu
pensamento, mas o adjetivo de petulante me é menos
dolorido do que o de omissa ou dissimulada, portanto devo
expor honestamente o meu parecer a respeito do filme:
Cidade do silêncio, dirigido por Gregory Nava, em 2007.
A frase de Inácio Araujo: “o que importa nos filmes baseados
em fatos reais é sua irrealidade” traduziu exatamente o que
apreendi assistindo à exibição do filme.Trata-se na verdade
de um filme que deseja mostrar o que é a globalização, cujo
termo pode ser abordado por diferentes aspectos semânticos.
Pode ser uma expressão muito bem escolhida ao se referir ao
fato dos habitantes do planeta Terra tomarem consciência de que
moramos todos num minúsculo planeta situado “no quadrante α
(alfa)” do Universo, cuja unidade acaba de ser contestada por
astrofísicos modernos, e sermos, portanto, todos vizinhos.
Esta visão induz o ser humano a se preocupar com a evolução, e a
observar que neste minúsculo planeta, no qual se pode ir de
qualquer ponto a outro em horas, existem pessoas nos mais
variados estágios de evolução, todas ávidas de dar vazão à
necessidade natural de evoluir. Cada uma e cada povo no seu
ritmo. Essa ideia considera que povos de diferentes culturas são
mais ou menos evoluídos em quesitos diferentes, o que impede
de algum querer se prevalecer sobre outro. Ao longo da
história temos relatos de guerras homéricas, entre elas a
segunda guerra mundial na qual a teoria da supremacia do
povo ariano pretendida por Hitler foi totalmente demolida.
O atual estágio da ciência impede qualquer base de comparação
entre etnias. Em todas elas existem seres humanos das mais
variadas características. Nossos ancestrais, de todas as etnias, eram movidos
pelo desejo de comerciar, descobrir novas terras, novos produtos;
vender os produtos que produziam para quem não os tinham e
comprar “tesouros” produzidos por povos diferentes. Por tal
objetivo se arriscavam no mar em viagens heroicas, porque sua
grandeza era somente em coragem ignorância, uma vez
que a segurança e os conhecimentos de que dispunham eram
praticamente nulos. Assim acontecia a evolução do humanoide
repleto do instinto animalesco que impele ao domínio do espaço
e de toda situação.
O comércio é o pai da civilização. Diante de um povo desconhecido,
possuidor de coisas cobiçadas, o mercador se retrai numa
posição de respeito e consideração pelo outro, motivada pela
ganância. Imagino que tenha sido assim o início da diplomacia
internacional. Por isso o tempo de hoje seria o paraíso dos mercadores que
deram origem ao mundo que agora temos, no qual se pode
comerciar (descobrir coisas novas, crescer em conhecimentos,
expandir a vida) sem precisar sair de casa. Graças à
tecnologia e a indústria que evoluem a cada hora, porque
existe um numero cada vez maior de desejosos dos
aparelhos que conectam as pessoas entre si e faz o mundo
parecer pequeno.
A indústria, o comércio, o livre mercado internacional e
os meios de comunicação jamais poderão ser maléficos à
raça humana. Muitíssimo pelo contrário, eles são os
veículos de intercambio que quanto mais usados forem,
mais semelhantes tornam seus usuários.
Considerar as mazelas do mundo um efeito da existência
do livre comércio, da evolução tecnológica, e dos meios
de comunicação seria uma atitude similar a de culpar
à medicina pelos erros dos médicos.
Outra maneira de considerar o termo globalização é a
adota pelos que se consideram sociólogos, mas estudam
a sociedade somente pelo prisma do marxismo emoldurado
pelas ideias da Escola de Frankfurt.Esses sim, demonstram
pretender globalizar a maneira de ver e pensar o mundo segundo
a sua ótica, que, considerando o que me tem sido apresentado até
agora, consiste única e exclusivamente em denegrir
a imagem dos que produzem riquezas; tanto a dos
patrões, que qualificam como cruéis exploradores
do trabalho alheio, como a dos empregados que consideram
coitados, idiotas, imbecis que se submetem a trabalhar para
outra pessoa.
Segundo as ideias que propagam apenas eles, os sociólogos,
antropólogos e similares detêm o saber do que seja bom
para os seres humanos. São grandes produtores de cizânia,
entre povos, patrões, empregados. Agem de tal maneira
que, onde florescem, nenhuma alegria se manifesta.
Para eles o trabalho humano - considerado por muitos
como o grande instrumento para a evolução da espécie
em todos os aspectos - é visto apenas como um castigo
imposto. Executam um tipo diferente de trabalho,
uma engenharia mental desenvolvida por Antônio Gramsci
para fazer dos meios culturais fábricas de militantes políticos,
escravos mentais de sua ideologia.
Devido ao baixo conceito que fazem das pessoas, usam de
artifícios como este filme, Cidade do Silêncio, para induzi-las
a culpar o livre comércio por todos os horrores do mundo, tais
como o estupro e morte de mulheres no México.
Ainda que a arte possa usar de licença poética, podem ser
respondidas como “forçação de barra” as seguintes perguntas
feitas a partir da premissa apresentada no filme:
A polícia dizia que 375 mulheres foram estupradas e mortas,
mas que na realidade foram cerca de 5000, e que os estupradores
e assassinos eram um figurão e um motorista de ônibus.
- Seriam esses dois criminosos superdotados, capazes de matar
5000 mulheres de tal maneira?
- O depósito de cadáveres percorrido pela heroína do filme não
causaria um cheiro insuportável que logo fosse descoberto?
- Se as fábricas não existissem os criminosos não atuariam?
- Seria o livre comércio e os acordos comerciais entre povos responsáveis
pelos estupros e assassinatos, como está na mensagem subliminar
transmitida pelo filme?
- As pessoas são todas boas, o que representa o mal é o “trabalho escravo”
a que são submetidas?
- Não seria a mesma leitura que os indígenas faziam do demônio, a que
o diretor do filme faz dos ianques?
- Ou, o demônio, ridicularizado no filme, teria transferido seus poderes
e sentimentos aos capitalistas exploradores?
- Como devem ser catalogados filmes ou atitudes em que se
foca um acontecimento, visando na verdade chamar a atenção
para outro assunto e induzir as pessoas ao erro de tirar
conclusões baseadas em falácias?
Continuando nesse raciocínio, como nos colocaríamos diante dos
seguintes termos:
- usar este tipo de subterfúgio: mensagem subliminar;
oferecer aos jovens somente uma visão de mundo, como se
fosse a única, fazer das aulas uma catequese ideológica, não seria
considerado violência?
-Não seria transformar as Universidades em fábricas de produção
em massa de escravos mentais a serviço da ideologia, produzindo
profissionais subalternos às ideias da figura ícone de plantão?
giselle neves moreira de aguiar
A liberdade de expressão no nosso dia a dia
A liberdade de expressão tem sido para mim objeto de alto custo. Como estudante do 6º período de jornalismo mesmo estando às portas da terceira idade, observo algo que deve acontecer nas universidades do mundo globalizado: uma certa corrente de pensamento as invadiu e aplica os ensinamentos de Gramsci sobre hegemonia aos incautos alunos. Faz isso usando as formas de manipulação que ensinam a eles, atribuindo-as, com veemência e constância, aos demonizados “industriais da cultura” e ao que considera o próprio demônio, o capitalismo, a responsabilidade por todas as mazelas do mundo, eis seu dogma precioso e sagrado.
Os estudos das Teorias da Comunicação dizem que este movimento começou na Universidade de Birmingham, na Inglaterra, a partir de 1964; Angela Prysthon, no seu trabalho: Histórias da teoria: os estudos culturais e as teorias pós-coloniais na América Latina, diz que: "os Estudos Culturais se estabeleceram como um terreno por excelência, tanto para o estudo como para o próprio desenrolar das transformações", noutras palavras, os próprios professores seriam militantes a serviço da ideologia política.
Esta constatação foi motivo de decepção, espanto e revolta para quem passou vida lendo, principalmente jornais, e pretendia, depois da aposentadoria, realizar um mergulho intelectual no mundo da comunicação, da cultura e da arte. Porém, nas primeiras aulas desta mesma disciplina, vi que nada veríamos sobre comunicação, cultura e arte, a não ser críticas, críticas e mais críticas às empresas de comunicação e aos países profícuos nas artes de entretenimento. Os filmes de Hollywood eram apresentados não como objetos de análise do talento dos artistas, da engenhosidade dos recursos e da visão dos empreendedores, mas sempre como instrumentos de manipuladores ferozes nas mãos dos quais os pobres futuros jornalistas haveriam de sofrer horrivelmente por tê-los como patrões. Nenhuma outra visão de mundo era apresentada.
Vi-me impelida, em tão esdrúxula situação, a usar minha liberdade de expressão, como aluna e cidadã, para com muita contundência, defender minha inteligência e a de meus colegas de verdadeiras agressões, uma vez que, professores abusando do direito à liberdade de cátedra, estavam, no meu entendimento de pessoa vivida, doutrinando os alunos nas suas crenças ideológicas.
A princípio os colegas se assustavam com aquela senhora, fora de seu habitat natural, que discutia com o professor que evocava a cada instante o seu título de doutor. Com o tempo se acostumaram e diante de uma afirmação mais incisiva dos mestres olham para mim espreitando novo bafafá. Hoje acontecem raras interpelações, os professores estão mais contidos.
A vivencia de tal situação foi agravada por outra dificuldade de comunicação: ao comentar o que acontecia dentro das salas de aula com as pessoas da minha idade, a maioria delas me olhava com descrença, considerava impossível que tal fato viesse a acontecer. A geração das pessoas acima de 55 anos não pode conceber que se doutrine estudantes, em qualquer área do pensamento, dentro da universidade, onde se espera que aconteça apenas a grandíssima pluralidade de ideias e a explosão benéfica que acontece, pela ação do contato entre a criatividade e o conhecimento científico, de projetos que propiciem o progresso.
Acredito que a liberdade de expressão seja algo tão precioso, que valha grandes sacrifícios. No meu caso, a idade e o conhecimento que ela traz me obrigam a fazer o possível para que meus colegas, assim como todos os estudantes universitários, tenham acesso às mais variadas correntes de pensamento.
Dentro dos meus limites, mas aderindo à audácia dos militantes ideológicos, procuro fazer uso da minha liberdade de expressão, assegurada pela nossa Constituição Federal em seu artigo 5º, IX,para pelo menos dificultar que a universidade seja para os jovens o que diz, sobre a mídia, José Arbex na apresentação do livro: "Padrões de manipulação na grande imprensa", de Perseu Abramo, cuja leitura é obrigatória no meu curso de jornalismo: "...Constrói consensos, educa percepções, produz "realidades" parciais apresentadas como a totalidade do mundo, mente distorce os fatos, falsifica, mistifica – atua, enfim, como um "partido" que, proclamando-se porta-voz dos "interesses gerais" da sociedade civil, defende os interesses específicos de seus proprietários privados.'' No caso da universidade seriam os interesses dos que dela se apropriaram violentando inteligências vulneráveis.
Giselle Neves Moreira de Aguiar
Texto escrito em fevereiro de 2013
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
Impeachment 2016
O senador Magno Malta talvez seja o senador que representa o maior número de brasileiros. Nas suas considerações sobre impeachment, compara o que acontece hoje no País com a sabedoria da Bíblia, o único "saber popular" (termo muito usado usado na Academia) que sofre bullying dos que aliciam nossos os jovens nas escolas para formatá-los nesta doutrina que hoje vigora na nossa cultura.: a que os deixa com os corações amargos e secos. Os pais de família, que ainda preservam sua identidade, se sentiram fortemente representados pelo senador.
Importa observar que, como disse, seu voto será em nome da sua família, seu povo, seu Estado; assim como o fizeram todos os deputados que votaram com a alma e o coração: com sentido de identidade e pertinência a um povo, ao Nosso País. Comportamento que foi tão criticado pelos que já padecem da doença do coração duro, a mesma que tem sido inoculada nas escolas e nos meios de comunicação. As dores e sofrimentos que humanidade hoje padece nos vêm dessa mentalidade que prega o comunismo enquanto vive o mais selvagem egoísmo. Que verdadeira democracia, regida pelo respeito, possa vigorar no nosso País. Veja o vídeo:
Mais sobre o assunto: parlamento e democracia:
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
sexta-feira, 29 de julho de 2016
Direito dos pais sobre a educação dos filhos.
Os pais têm prioridade de direito na escolha do gênero de
instrução que será ministrada a seus filhos.
- Artigo 26, § 3 da Declaração Universal dos Direitos Humanos
-Assembléia Geral das Nações Unidas-
Textos relativos ao tema:
A lei da Palmada e o Direito Humano de educar os próprios filhos
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