terça-feira, 21 de abril de 2015

Cozinha oriental




Combinado de sushi e sashimi

 Hot Philadelphia

Sakejô

Tofu

Porto Feliz

Navegar é preciso, mas é muito bom chegar em Porto Feliz!

Existe nome mais bonito de lugar do que "Porto Feliz”?

 Um passeio de domingo em lugar tão aprazível e rico de significados enriquece  a vida ao mesmo tempo em que a torna mais amena.

Porto Feliz é esse lugar.

Fundada em 1693, às margens do navegável Rio Tietê, foi o porto de partida para as longas expedições dos bravos bandeirantes que  levaram a civilização e o progresso para  grande parte do nosso país. Pelo menos na concepção de quem acredita que  a humanidade, no todo em cada particular,  tem o direito de evoluir.

O povo do lugar tem orgulho das "Monções" partidas dali. Segundo o folheto de divulgação da cidade, “No século XVIII, ao longo de 3500 quilômetros  os batelões  cruzavam as águas dos rios Tietê, Paraná, Pardo, Coxim, Taquari, Porrudos, e Cuiabá, sendo o Rio Pardo o de navegação mais difícil. As monções tinham o  importante  papel de desbravar e alargar as fronteiras brasileiras  provocando a interação entre as várias regiões”.

Continua o folheto, com a afirmativa de que ninguém, honestamente, pode duvidar: 

“Porto Feliz teve um papel significativo no processo de construção do território nacional.  Do seu antigo porto, partiram grandes monções de descobertas, expedições fluviais de comércio de povoamento  que superam o Tratado de Tordesilhas para que o País ganhasse suas atuais dimensões."

Aqui temos fotos do local do antigo porto, local em que a própria natureza tem grandes atrativos.  E da praça da Matriz. Prometemos  outro post falando somente da riqueza de arte que guarda a igreja, repleta da obra do memorável artista Bruno de Giusti.









 O Parque das Monções




























Gruta de Nossa Senhora de Lourdes





Monumento aos Bandeirantes



O Batelão



 A belíssima araucária se despede dos visitantes na saída  do parque


Giselle Aguiar

DISCRIMINAÇÃO. O BOM, O MAU E O FEIO.








Fotos:
-A vez das hortaliças pelas ruas de Nova York;
-Imagem negativa: abandono e planta agressiva. Rua Paracatu- BH
-Uma perfeita poda que não deu certo; Zona Sul- BH
-O belo amarelo ouro-velho de um algodoeiro-de-praia.-Macaé- RJ

Hoje e quase todos os dias deparamo-nos com os mais escabrosos conflitos políticos que azucrinam a vida das pessoas. Há outros, também de finalidades diversas que vão de um simples bate-boca às agressões discriminatórias que se misturam entre queixas, acusações, leis e revides.

Discriminar é crime, dizem.... Mas em paisagismo também não é diferente. Existem plantas que são proibidas de figurar no meio urbano. Algumas por serem venenosas, cáusticas e outras, por não possuírem características estéticas suficientes para serem apresentadas em espaços privilegiados, como as hortaliças. Essa recalcitrância sempre foi uma constante e vem de longa data.

Querem um exemplo? ...A reação é cômica quando se propõe inserir em projetos paisagísticos, mais precisamente, nos nobres jardins frontais de residências algumas hortaliças subarbustivas e rasteiras.... O suposto jocoso assusta a muita gente. Daí o medo de cair no ridículo fala mais alto.... Quem?... Eu?... Colocar couve, inhame e quiabo em meu jardim e em vasos?!?...Never!

Já os ecológicos e ousados de carteirinha batem o pé e digladiam-se com esse preconceito fazendo acontecer diante suas reações plantando jiló, pimentão, beterraba, e outras variedades em seus jardins “hortiestéticos.”

Pensando bem, enquanto aqui nesse mundo tupiniquim, essas plantas que nos alimentam todos os dias são rejeitadas em nossos jardins e praças, lá nos Estados Unidos, principalmente em Nova York, as jardineiras simples nos corredores urbanos têm como top, o uso de hortaliças. Como podemos ver na foto, a presença de repolho bicolor e beterraba tendo vez no cenário novaiorquino. Foto: Bruno de Aguiar.

Caso houver interesse em inserir tais plantas nos jardins, pode-se adotar, como sugestão, o inhame ou a taioba, pela beleza de suas folhas. Elas, no entanto, camuflam perfeitamente no ambiente e podem ser confundidas com os filodendros muito explorados pelo saudoso e maior paisagista que o Brasil já teve: Burle Marx.

A presença do quiabo poderá valorizar os caminhos pela presença de suas vistosas flores em amarelo ouro-velho, tal como o do algodoeiro-de-praia, por pertencerem a mesma família das malváceas e igualmente seu primo comum o hibisco. Inserir essas três variedades que se justificam pelas suas flores, valoriza a paisagem.

Longe de pretender incrementar essa idéia de inclusão de hortaliças em jardins mas se é de fato, no fundo, um certo preconceito por muitos, isso é.

Em qualquer situação, uma tecla muito importante que se deve ser batida constantemente é a da MANUTENÇÃO.
Não adianta plantarmos se não fizermos um planejamento periódico e contínuo de manutenção. Planta é um ser vivo como nós. Precisa de trato.

Na foto, mostramos um descuido imperdoável que além de ser perigoso, retrata o abandono total. Eis aí um espaço na calçada, pronto para receber uma bela árvore a apresentar uma prostrada coroa-de-cristo, já discriminada e, portanto, proibida pelas prefeituras. Essa espécie é agressiva, possui muitos espinhos e emitem um leite cáustico, muito próprio das euforbiáceas. Trata-se, portanto, de uma discriminação justificável devido ao local e às suas características. Elas, no entanto, ainda são exploradas em áreas rurais, organizadas em cercaduras, livres de podas e dando seu recado plástico com suas flores gêmeas de cor coral vivo.

Em outra foto, mostramos uma poda, por sinal, bem feita, dessa mesma planta. Por mais caprichada que seja tal trato, o resultado é uma catástrofe visual. O trabalho final é feio e mostra toda a galharia à vista. Melhor seria trocá-la por outra variedade que ocupe menos espaço e que dê melhor efeito.

Por fim, julgamos tudo isso idiossincrático:
A discriminação justificável ou não de certas plantas;
o preconceito de hortaliças nos jardins;
os argumentos técnicos e estéticos passíveis de controvérsias.Assim é o mundo do verde. Também lá com suas discriminações.

Gilson Neves

21 de abril - Dia de Tiradentes -



Que o martírio de um verdadeiro brasileiro seja suficiente para preservar, no nosso tempo e sempre, o povo brasileiro da hegemonia ideológica: a escravidão mental, contrária a todo ideal de LIBERDADE.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

AS PALMEIRAS AMERICANAS DA PRAÇA DA LIBERDADE



Durante um memorável passeio junto a amigos e amigas num gostoso domingo dia 29 do mês passado, pela Praça da Liberdade, foi-nos possível observar, com muita satisfação, o impecável cuidado na manutenção em toda aquela nobre área.

Em determinado momento, ao discorrer, com um olho meio clínico, por toda a panorâmica do recinto, verifiquei que em certo ponto havia um ligeiro lapso de descuido, sem comprometimento maior, a não ser ao próprio vegetal. Vi que as palmeiras americanas, conhecidas como palmeiras flabeladas, necessitavam de poda de suas muitas folhas velhas inferiores, conforme ilustra a foto.


Após essa observação, cheguei a comentar aqui no Facebook sobre esse descuido.
Pois bem, ontem, depois de 17 dias, voltei ao mesmo local do registro e para minha surpresa, pude constatar que tais palmeiras já haviam sido podadas.

Interessante e alívio também é observar que a referida poda fora elaborada dentro da norma técnica correta. Isso significa dizer que parte dos pecíolos (cabos das folhas), ainda permanecem no fuste (tronco) à espera de sua secura total, até chegar o momento de suas remoções. Caso fosse arrancado em sua totalidade, poderia ocorrer dano ou morte àquelas palmáceas.

Manter uma praça bonita dá muito trabalho, mas muito mesmo. Em contrapartida, é gratificante e compensador usufruir desses belos espaços paisagísticos cada vez mais escassos.
Aos responsáveis pela manutenção da praça, nossos calorosos aplausos.

Que a metodologia de manutenção da beleza da mesma seja uma constante e sempre atreladas aos sazonamentos florais e que ainda esteja sempre em inteiração para que retratem e alcancem a belos e harmônicos coloridos e aromas..





Gilson Moreira Neves
Postado no Facebook

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Condomínio Brasil


O povo saiu novamente às ruas pedindo a saída de um governo que, segundo um instituto de pesquisa, a maioria da população considera corrupto. Motivo importante para aprofundar um pouco mais sobre o tema “corrupção”, sob a ótica da observação empírica; à luz do conhecimento que a escola da vida imprime na parte intangível de cada ser.

Como um vírus, a doença da corrupção contamina, injetando seu veneno que vai atingindo todo um organismo e modificando suas funções até que se transforme em um instrumento contrário a seus antigos deveres.

O termo corrupção está associado com degeneração; é também próximo do moderno desconstrução.

As partes mais vulneráveis de um organismo atacado são a mente e o coração.  Em  grande número dos casos, a vítima se torna refém do próprio agente e pode, até mesmo vir a amá-lo. Não de imediato. A princípio, enumera para si mesma as virtudes do algoz, como justificativas para a sua própria fraqueza em não rebater os ataques, em não conseguir impedir  a invasão de seu foro íntimo. Tenta eximir-se de culpa considerando ser inevitável sua capitulação.

Depois, a vitória e o sucesso do invasor passam a ser admiráveis, e a vítima tem do que falar com as pessoas, pode se vangloriar de estar do lado vencedor, ainda  que à custa do próprio conceito de dignidade, que vai cada vez mais perdendo o vigor. A sensibilidade violentada a torna agressiva diante da menor demonstração de desacordo com as novas ideias, a nova visão de mundo…

Demonstrando ser da confiança de quem a inoculou, passa a subir na hierarquia. É o sucesso, poderoso anestésico da consciência. A vaidade toma espaço.

Essa doença, a corrupção, é violentamente perigosa. Não escolhe a quem atingir, não faz distinção de pessoas, acomete pobres e ricos. São mais vulneráveis os os  que exercem  algum tipo de  tipo de poder, seja mínimo ou grande.  Sua virulência aumentou muito depois que a prestação de serviço, virou sinônimo de poder. Ai de quem depender de uma pessoa corrupta! 

Ilustra bem os sintomas e efeitos de tal mazela,  um caso que teria acontecido em um certo condomínio:

O síndico era uma pessoa muito simpática, tratava com atenção e carinho os moradores, especialmente os muitos idosos que moravam sozinhos. Tudo ali acontecia em ambiente de conforto afetivo.

Até que, um dia, faltou água e a neta de uma moradora descobriu que havia uma dívida enorme do condomínio com a companhia de água.  Foi um choque. Isso não seria possível. Todos os meses se recebia um relatório especificando o quanto teria sido pago em cada tipo de despesa. O quanto se pagou de água estava escrito lá.

No entanto, foram constatar e viram que havia, realmente, uma vultuosa dívida em nome do condomínio.  Souberam, depois, que seus empregados não recolhiam para a Previdência Social há muito tempo. Outras dívidas haviam sido feitas em nome dos incautos condôminos, que confiavam naquela pessoa tão amável, que sempre se interessava pelas dores e problemas particulares de cada unidade.

Foi pedida uma reunião para que se pudesse demitir o síndico, uma vez que  foi constatado um esquema que envolvia não só ele, como também o escritório de contabilidade e alguns prestadores de serviço. A bondosa equipe desempenhava uma administração desastrosa, dando margem para se pensar que  desviava recursos do condomínio para os interesses particulares dos envolvidos.

Algo inimaginável aconteceu em tal reunião. Tal “equipe” não se mostrava constrangida, nem um pouco, diante da revelação dos seus malfeitos; muito pelo contrário, atribuía a ela própria várias virtudes. Tentava chamar a atenção das pessoas, principalmente as dos idosos, para as benesses intangíveis que de que gozavam sob sua administração. Insistia veementemente em continuar administrando o condomínio.

Finalmente, os moradores conseguiram estancar as causas da hemorragia de recursos, vindas de tais pessoas boníssimas. Conseguiram, embora com a dificuldade relativa a gente honesta, não habituada ao convívio direto com a corrupção, destituir a “bondosa” equipe.  Hoje  gozam de mais dignidade e conforto, porém, nos próximos 60 meses terão que pagar altas prestações, relativas ao reajuste das dívidas deixadas pela pela antiga administração.

Considerando ser a mesma doença, o tratamento para o Condomínio Brasil  não pode ser diferente do  ministrado ao humilde condomínio citado. Sua administração precisa sofrer uma assepsia imediata, sob pena de todos os moradores sangrarem até se tornarem exangues. Porque, assim como no condomínio  pobre, quanto mais durar o governo dos causadores da hemorragia, maior será conta a ser paga,  com o sangue dos reais mantenedores.

Por tal motivo, a conta ser paga por outrem, é que os acometidos da dolorosa doença da corrupção fazem de tudo para continuar no poder. Eles se tornam vampiros.

Estarão os poderes-órgãos do condomínio Brasil totalmente atingidos pela enfermidade? Resta saber se as manifestações terão efeito antisséptico. Serão tais manifestantes brasileiros eficazes leucócitos na defesa da Pátria?

Giselle Aguiar

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Loucura ou sadismo?



Loucura ou sadismo? Ser contra a maioridade penal para jovens infratores e a favor da pena de morte para bebês.

Alguns partidos e grupos sociais têm se manifestado incisivamente
contra a redução da maioridade penal para 16 anos, ao  mesmo tempo 
que elaboram e pelejam por leis que permitam o aborto, que sempre foi, é, e será,

queira-se ou não, um assassinato de ser inocente e indefeso.